A pequena ‘comigo ninguém pode’
Não pode com o tempo
Murchou suas folhas, levadas ao vento
Seu caule quebrou no breu do relento
O seu moço achou lá no meio do jardim
Desenganou a plantinha, decretou o seu fim.
Bem no meio ali
Entre rosas e jasmins, cravou suas raízes na terra
Mas não resistiu.
Pobre plantinha, reguei todo dia
Cuidei com carinho, limpei o jardim, Fui lá te cuidar,
a ‘comigo ninguém pode’ não pôde com o tempo,
Não fez o tempo parar.
________________________________________________Por: Alex Sanjes
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